CONFIRMADO. O Supergirl filme de James Gunn estreia nos cinemas brasileiros a partir desta terça-feira, 23 de junho, com sessões especiais antes mesmo da estreia americana no dia 26 — e as primeiras reações da crítica já chegaram para esquentar (e dividir) os fãs da DC. Milly Alcock entrega uma Kara Zor-El que promete dominar o novo DCU, mas nem tudo são flores: o vilão do filme é o ponto mais fraco, segundo quem já assistiu.

Milly Alcock como Supergirl: a crítica rasgou elogios

Quem esperava torcer o nariz pode relaxar. A Milly Alcock que a gente conheceu como a jovem Rhaenyra Targaryen em A Casa do Dragão chegou ao universo dos quadrinhos com tudo. As primeiras reações — divulgadas por Deadline e Omelete — são unânimes: a atriz carrega o filme nos ombros e entrega uma performance que mistura vulnerabilidade com força genuína.

Não é a Supergirl açucarada dos anos 80. Esta versão de Kara tem peso emocional. Tem conflito interno. Tem a sensação de uma pessoa que chegou num mundo que não é o dela e precisa decidir quem vai ser. Os críticos descrevem sua atuação como surpreendentemente madura — e isso diz muito, dado o calibre do elenco ao redor dela.

Se o novo DCU precisava de uma âncora feminina com presença de tela real, parece que James Gunn acertou na escolha.

O tom do filme: Guardiões da Galáxia encontra Mad Max

Isso aqui não é o Superman. Também não é o Batman. O Supergirl 2026 tem uma identidade visual e narrativa própria — e quem viu antes descreve como uma mistura pouco óbvia de Guardiões da Galáxia com Mad Max: Estrada da Fúria.

Pensa bem: humor ácido, cenários áridos e grandiosos, ação caótica e personagens que parecem saídos de uma playlist alternativa. Isso é o que se espera de um filme ambientado num universo ainda em construção, com James Gunn na cadeira de diretor executivo do estúdio. Ele sabe criar mundos que parecem únicos dentro do gênero dos super-heróis — e aqui ele aplica essa lógica numa heroína que, até agora, nunca teve direito a um filme à altura.

O resultado, segundo as primeiras impressões, é uma aventura que prende mais pelo tom e pela protagonista do que pela trama em si. Mas isso não é necessariamente ruim.

Jason Momoa como Lobo: hype alto, entrega polarizadora

Agora, a parte que vai dividir opiniões nas redes nos próximos dias: Jason Momoa como Lobo.

O personagem é um dos favoritos dos fãs de quadrinhos — um mercenário intergaláctico lunático, brutal e completamente sem freio moral. No papel, Momoa parece um casting óbvio demais para dar errado. Mas as primeiras reações apontam que o vilão é exatamente o ponto mais criticado do filme.

Não é que Momoa seja ruim. O problema, segundo os críticos que assistiram, é que Lobo como antagonista principal tira do personagem parte do que o torna tão especial nos quadrinhos. O carisma está lá. A presença física também. Mas a execução do vilão parece subutilizada dentro da história — como se o roteiro não soubesse exatamente o que fazer com ele além de colocá-lo em cena para fazer barulho.

Para quem lê /quadrinhos há anos, isso dói um pouco. Mas vamos ver o que o público acha quando o filme abrir de vez.

David Corenswet aparece? O Superman também está no filme

Sim, o Superman está no Supergirl filme — e é interpretado pelo mesmo David Corenswet que estreou em Superman: Legacy no começo do ano. A participação dele não é extensa, mas serve como um elo entre os dois filmes do novo DCU e confirma que James Gunn está construindo um universo coeso de verdade, com continuidade real entre os projetos.

Para quem ainda não viu Superman: Legacy, vale dar uma passada em /filmes para entender o contexto antes de comprar o ingresso de Supergirl. A experiência não é obrigatória, mas enriquece bastante a leitura de certos momentos.

Bilheteria preocupa: US$ 45–55 milhões não é o que a DC queria

Aqui mora o maior ponto de tensão por trás das câmeras. O orçamento do filme bate em torno de US$ 175 milhões — e a projeção de abertura nos Estados Unidos está entre US$ 45 e 55 milhões. Essa conta não fecha bem.

Para um estúdio que está tentando reconstruir a credibilidade do universo DC após anos de tropeços, uma abertura fraca pode alimentar a narrativa de que o público ainda não comprou o novo plano de James Gunn. E isso seria um problema sério, independentemente da qualidade real do filme.

O Brasil tem um papel importante nesse cenário. As sessões especiais que começam em 23 de junho — antes mesmo dos Estados Unidos — mostram que o mercado brasileiro é estratégico para a DC Studios. Fãs de carteirinha podem fazer a diferença nos números da abertura global.

Sessões no Brasil: como assistir antes dos americanos

Essa é uma das partes mais gostosas da notícia. O Brasil ganha sessões especiais do Supergirl 2026 a partir desta terça-feira, 23 de junho, três dias antes da estreia oficial nos EUA, marcada para 26 de junho.

A pré-venda já está aberta nas principais redes de cinemas. Vale verificar a programação da sua cidade e garantir o ingresso antes que as sessões melhores esgotem. Para quem vive de ser o primeiro a assistir e evitar spoilers nas redes, esse é o momento.

Fique de olho em /filmes para mais cobertura após o lançamento — análise completa, ranking das cenas e tudo mais.

O que esperar do novo Universo DC com este filme

Supergirl: Woman of Tomorrow é apenas o segundo filme do plano de longo prazo de James Gunn para o DCU. Depois de Superman: Legacy ter estabelecido o tom e o Clark Kent desta nova era, o filme de Kara Zor-El entra para expandir o mapa do universo — literalmente, já que grande parte da história se passa fora da Terra.

A ideia parece clara: cada personagem do novo DCU tem o seu próprio gênero cinematográfico dentro do universo. Superman era o filme de super-herói clássico. Supergirl é a road movie espacial com garra. Essa diferenciação é exatamente o que o gênero precisava depois de anos com filmes que pareciam cópias uns dos outros.

Se o filme performar bem o suficiente para garantir continuidade — e torcemos que sim — o futuro do DCU pode ser muito interessante para quem acompanha /series e filmes de super-herói de perto.

O Supergirl filme chega com expectativa dividida — mas com uma protagonista que parece estar à altura do desafio. Milly Alcock pode muito bem ser a revelação do novo Universo DC que os fãs estavam esperando desde que James Gunn assumiu o comando do estúdio.

A bilheteria vai contar a história final, e o Brasil tem papel nisso. Se você é fã da DC, de super-heroínas ou simplesmente de cinema de ação com personalidade, essa pode ser a melhor sessão da semana. A Culturapopemcasa vai cobrir tudo após o lançamento — fique ligado aqui e nas nossas redes para análise completa, sem spoiler e com muito amor pela nerdice.

Perguntas Frequentes

Quando Supergirl 2026 estreia no Brasil?

As sessões especiais do Supergirl filme começam no Brasil em 23 de junho de 2026, três dias antes da estreia americana, marcada para 26 de junho. A pré-venda de ingressos já está disponível nas principais redes de cinemas do país.

Milly Alcock é boa como Supergirl?

Sim. As primeiras reações da crítica elogiam bastante a atuação de Milly Alcock, conhecida por *A Casa do Dragão*. Os críticos descrevem sua performance como madura e emocionalmente convincente, sendo o ponto mais forte do filme segundo as avaliações iniciais.

Jason Momoa aparece no Supergirl filme como Lobo?

Sim, Jason Momoa interpreta o Lobo — mercenário intergaláctico e vilão principal do filme. Apesar da presença marcante do ator, as primeiras reações apontam que a utilização do personagem como antagonista é o ponto mais criticado, com a sensação de que o roteiro subutiliza o potencial do personagem.